Tudo começou de um jeito tão especial, não sei nem como explicar, o que eu sinto por você é tão grande. Talvez no começo tenha sido só mais uma amizade pra você, mas pra mim, você foi mais que especial, nossa amizade passou por tantas coisas, tantos altos e baixos, mas eu agradeço demais por ela e por você ter existido, por você nunca desistir de mim, mas acho que esses altos e baixos foram necessários de certa forma, pois com eles percebemos que não vivíamos um sem o outro. Essa linda amizade não acabou, ela evoluiu para algo que hoje chamamos de amor.

Quanto tempo é preciso viver para aprender o verdadeiro significado da vida? Ou melhor, quanto tempo precisamos existir, para aprender a viver? Você tem ideia de qual seja a resposta? Consegue imaginar o quão complicado é o simples fato da existencia de um corpo sozinho e de uma alma perdida vagando neste imenso mundo de pessoas acompanhadas? Quantos anos são necessários para que todos os erros sucessivos tornem-se aprendizado que deverá ser levado por toda a vida? E onde guardar a solidão enquanto se espera a resposta para todas as perguntas retóricas que nos é feita todo dia pela manhã. “Como será meu dia ao sair pela porta?” “Vou sorrir mais uma vez hoje?” Mas será mesmo que tudo na vida se baseia em perguntas respondidas? Talvez o mistério esteja nessa busca do desconhecido, na procura, na surpresa […] Talvez o verdadeiro ponto e a chave da vida, esteja localizado naquele lugarzinho secreto, onde ninguém vê, ninguém sente, ninguém entende e nem procura entender. Onde nada faz sentindo, e que também não precisa fazer. Talvez esse seja a razão das perguntas sem respostas, da procura do sim e do recebimento do não. Subentendidamente, a vida pede que saibamos ler o que ainda não foi escrito, que dentre todas as incertezas que ela nos proporciona, saibamos nos desviar, por fim vencer e dificilmente olhar para trás. Mas será que essa realmente é a verdadeira proposta que a vida nos oferece e nos deixa a par de escolher? Será que ao passar do tempo, vamos conseguir escolher e entender o que é o melhor para nós? Quem nos garante que ao crescermos, seremos capazes de aceitar e encontrar o nosso caminho? Talvez a vida, talvez seja apenas sorte. Ou quem sabe seja o destino?

Quanto tempo é preciso viver para aprender o verdadeiro significado da vida? Ou melhor, quanto tempo precisamos existir, para aprender a viver? Você tem ideia de qual seja a resposta? Consegue imaginar o quão complicado é o simples fato da existencia de um corpo sozinho e de uma alma perdida vagando neste imenso mundo de pessoas acompanhadas? Quantos anos são necessários para que todos os erros sucessivos tornem-se aprendizado que deverá ser levado por toda a vida? E onde guardar a solidão enquanto se espera a resposta para todas as perguntas retóricas que nos é feita todo dia pela manhã. “Como será meu dia ao sair pela porta?” “Vou sorrir mais uma vez hoje?” Mas será mesmo que tudo na vida se baseia em perguntas respondidas? Talvez o mistério esteja nessa busca do desconhecido, na procura, na surpresa […] Talvez o verdadeiro ponto e a chave da vida, esteja localizado naquele lugarzinho secreto, onde ninguém vê, ninguém sente, ninguém entende e nem procura entender. Onde nada faz sentindo, e que também não precisa fazer. Talvez esse seja a razão das perguntas sem respostas, da procura do sim e do recebimento do não. Subentendidamente, a vida pede que saibamos ler o que ainda não foi escrito, que dentre todas as incertezas que ela nos proporciona, saibamos nos desviar, por fim vencer e dificilmente olhar para trás. Mas será que essa realmente é a verdadeira proposta que a vida nos oferece e nos deixa a par de escolher? Será que ao passar do tempo, vamos conseguir escolher e entender o que é o melhor para nós? Quem nos garante que ao crescermos, seremos capazes de aceitar e encontrar o nosso caminho? Talvez a vida, talvez seja apenas sorte. Ou quem sabe seja o destino?



 Quando ganhamos novos brinquedos paramos de usar os velhos, deixamos eles meio que de lado, até chegar um ponto em que ele fica tão largado que você nem lembra mais dele até sua mãe jogar fora. E é só quando você perceber que não tem mais que vai sentir falta e vai querer de volta. Então cuida do que é teu enquanto ainda é seu, porque se não pode ser tarde de mais a ponto que não de pra recuperar novamente o que um dia foi seu.   

 Quando ganhamos novos brinquedos paramos de usar os velhos, deixamos eles meio que de lado, até chegar um ponto em que ele fica tão largado que você nem lembra mais dele até sua mãe jogar fora. E é só quando você perceber que não tem mais que vai sentir falta e vai querer de volta. Então cuida do que é teu enquanto ainda é seu, porque se não pode ser tarde de mais a ponto que não de pra recuperar novamente o que um dia foi seu.   


Se o meu coração fosse um quebra-cabeça, eu poderia dizer que a última peça se recusa à se encaixar.




Promete que vai lembrar de mim mesmo quando não houver mais ”nós dois”?

Promete que vai lembrar de mim mesmo quando não houver mais ”nós dois”?





Não é de repente, é aos pouquinhos que as coisas acontecem.
             

Não é de repente, é aos pouquinhos que as coisas acontecem.

             




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